Suporte de TI que resolve, não que só abre chamado

Do problema do dia a dia ao plano dos próximos dois anos. Uma equipe cuidando da sua TI, com monitoramento ativo e especialistas quando o problema é grande.

Provavelmente você chegou aqui por um destes motivos

Seu chamado vira fila.

Alguém abre o ticket, ninguém resolve. Na semana seguinte o mesmo problema volta, do mesmo jeito.

Tudo depende de uma pessoa.

Quando seu técnico tira férias ou pede demissão, o conhecimento da sua rede vai embora com ele.

Ninguém avisa antes.

O disco lotou, o certificado venceu, o backup parou há três semanas. Você descobre quando para.

A conta nunca fecha.

Hora técnica avulsa, emergência de sábado, projeto que estourou. Nenhum mês parece com o outro.

A CONTA DA PARADA

Uma hora parada custa mais que um ano de contrato

Suporte reativo parece mais barato até a primeira paralisação longa. Mais de 90% das empresas de médio e grande porte estimam o custo de uma hora de indisponibilidade acima de US$ 300 mil. Monitoramento ativo existe para que o problema seja tratado antes de virar parada, e para que você saiba o que está acontecendo na sua TI sem precisar perguntar.

Fonte: ITIC — Hourly Cost of Downtime Survey, 2024.

O que está incluso

Transparência de escopo evita surpresa nos dois lados. O que não fazemos está listado do lado direito.

Atendimento em três níveis

  • Portal do cliente, telefone e WhatsApp
  • N1 para o dia a dia
  • N2 remoto
  • N3 com especialista
  • Visita presencial na Grande São Paulo

Monitoramento ativo (NOC)

  • Alertas de disponibilidade, disco, serviços e certificados
  • Gestão de atualizações
  • Inventário de equipamentos

Gestão do ambiente

  • Documentação da sua rede
  • Controle de licenças
  • Ciclo de vida dos equipamentos
  • Entrada e saída de colaborador

Estratégia

  • Assessment inicial
  • Plano de evolução da TI
  • Relatório mensal de chamados
  • Reunião de revisão periódica

Pessoas

  • Alocação de profissionais de TI
  • Gestão de equipe de TI, quando a demanda pede time dedicado

Como funciona

1

Diagnóstico

Levantamos equipamentos, servidores, licenças, acessos e riscos, e devolvemos um documento com o que precisa de atenção agora e o que pode esperar.

2

Implantação

Instalamos o monitoramento, abrimos o portal para o seu time, documentamos o ambiente e resolvemos a fila de problemas que já estava parada.

3

Operação contínua

Atendemos os chamados, acompanhamos os alertas, aplicamos atualizações e revisamos o plano com você a cada ciclo.

Com o que trabalhamos

  • Windows Server
  • Windows
  • macOS
  • Linux
  • Microsoft 365
  • Google Workspace
  • Active Directory
  • Monitoramento e gestão remota (RMM)
  • Portal de atendimento próprio
+20
anos de mercado
+90
clientes ativos
+1.000
chamados por mês
+5.000
usuários atendidos
60% a 75%

dos chamados são resolvidos por um primeiro nível bem estruturado, sem precisar escalar.

Fonte: 8sa, 2025.

A VPN oferecida pela MkNod nos possibilitou a rápida implantação de uma infraestrutura de acesso remoto a 200 colaboradores em tempo recorde. Sem essa solução não poderíamos colaborar com a contenção do COVID19.

Reinaldo, Gerente de TI, Constremac

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre suporte N1, N2 e N3?
São três níveis de profundidade no atendimento de TI. O N1 resolve o que é rotina e responde pela maior parte dos chamados: acesso, impressora, e-mail travado, troca de senha. O N2 entra quando o problema é de configuração — servidor, rede, sistema que parou de conversar com outro. O N3 é o especialista que trata a causa do problema que volta sempre, em vez de só reabrir o chamado. A maior parte dos chamados morre no N1; o valor de ter os três níveis é não ficar parado justamente nos 25% restantes, que são os que costumam derrubar a operação.
É melhor ter equipe interna ou terceirizar?
Depende do tamanho da empresa. Abaixo de 50 usuários, manter um especialista sênior interno costuma sair caro e subutilizado: você paga por um nível de conhecimento usado poucas vezes por mês. Acima disso, o desenho mais comum é um analista interno para o dia a dia e um parceiro cobrindo N2, N3 e monitoramento contínuo. A MKNod trabalha nos dois formatos — assumindo a TI inteira ou funcionando como complemento de uma equipe que já existe, cobrindo o que ela não alcança.
Quanto custa terceirizar o suporte de TI?
A MKNod cobra mensalidade previsível, sem cobrança por chamado. O valor é dimensionado por número de usuários, quantidade de equipamentos e nível de atendimento contratado: quanto do N2 e do N3 entra no escopo, se há monitoramento contínuo, se há atendimento presencial. Não trabalhamos com tabela fechada porque um escritório de 15 pessoas e uma operação de 200 não têm o mesmo cenário. O valor final sai no diagnóstico, junto com o escopo detalhado do que está incluído e do que é cobrado à parte.
O que é NOC e por que preciso de monitoramento?
NOC é o acompanhamento contínuo dos seus equipamentos e serviços: servidores, links de internet, backups, espaço em disco, temperatura e serviços críticos. Sem monitoramento, você só descobre o problema quando um usuário reclama, e a essa altura a operação já parou. Com ele, o alerta chega antes: o disco que está enchendo, o backup que falhou de madrugada, o link que oscilou três vezes no dia. É a diferença entre consertar às 9h de terça com a empresa parada e consertar às 22h de segunda sem ninguém perceber.
Vocês atendem presencialmente?
Sim. A maior parte dos chamados é resolvida remotamente, que é mais rápido para quem está esperando. Quando o problema exige presença — troca de equipamento, passagem de cabo, configuração de rack, instalação de ponto de acesso — atendemos presencialmente na Grande São Paulo. O escritório da MKNod fica no Butantã, na Av. Corifeu de Azevedo Marques. Fora da região metropolitana o atendimento é remoto, e visitas técnicas são organizadas conforme o projeto.
Qual é o SLA de atendimento?
O SLA fica escrito em contrato, com prazo de primeira resposta e prazo de solução definidos por criticidade: um servidor fora do ar não tem o mesmo prazo que uma troca de senha. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 18h. Todo mês enviamos relatório de cumprimento, mostrando quantos chamados entraram, quanto tempo levaram e onde o prazo foi ou não cumprido. É esse relatório que permite cobrar com dado, em vez de discutir de memória.
Vocês assumem a TI que já existe?
Sim, e é o caso mais comum. Começamos com um assessment do ambiente atual: inventário de máquinas e servidores, mapeamento da rede, levantamento de licenças, verificação dos backups e das senhas de administração. Documentamos o que encontramos — porque na maioria das empresas essa documentação não existe — e assumimos a operação por etapas, sem parar o trabalho de ninguém. A transição com o fornecedor anterior é combinada, não abrupta.
Precisamos trocar nossos equipamentos para começar?
Não. O diagnóstico mapeia o que está em fim de vida, o que virou risco de segurança e o que ainda tem anos de uso pela frente. Boa parte do que já existe costuma continuar em operação. Quando a troca é necessária, ela entra num plano com prioridade por risco e por custo, distribuído no tempo, em vez de um investimento único. O objetivo é sair de um parque que ninguém sabe o que tem para um plano de renovação previsível.

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Conte o que está travando a operação. A primeira conversa não custa nada e termina com um diagnóstico do que precisa de atenção.