Rede que aguenta o escritório cheio

Wi-Fi projetado com medição, cabeamento dentro da norma e internet com plano B. E, se você oferece Wi-Fi para visitante, a parte legal também resolvida.

Provavelmente você chegou aqui por um destes motivos

O Wi-Fi cai na sala do fundo.

Você já trocou de roteador duas vezes e o problema mudou de lugar, mas não foi embora.

A internet cai e a empresa para.

Um link só, um único ponto de falha, e nada a fazer além de esperar a operadora.

O rack é um novelo.

Ninguém sabe qual cabo vai onde, e cada mudança de layout vira uma tarde de tentativa e erro.

Seu Wi-Fi de visitante é uma senha no quadro.

Todo mundo usa a mesma, ninguém sabe quem era quem, e a responsabilidade fica com a empresa.

A REGRA

Quem oferece Wi-Fi a visitante guarda registro por um ano

O Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) trata quem fornece conexão a terceiros como provedor de conexão, com obrigação de guardar os registros por no mínimo um ano. Uma senha única compartilhada não identifica quem estava conectado, e sem essa identificação a responsabilidade pelo uso sobra para o estabelecimento.

A saída é um hot-spot com login individual e retenção adequada dos registros. A mesma lei veda ao provedor de conexão guardar registros de acesso a aplicações.

Fonte: Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet), arts. 13 e 14.

O que está incluso

Transparência de escopo evita surpresa nos dois lados. O que não fazemos está listado do lado direito.

Projeto de Wi-Fi

  • Levantamento no local com medição de cobertura e interferência
  • Dimensionamento por densidade de usuários
  • Instalação e configuração de pontos de acesso e controladora
  • Roaming entre andares

Hot-spot para visitantes

  • Portal de login individual
  • Rede separada da rede corporativa
  • Retenção de registros conforme o Marco Civil

Links de internet

  • Apoio na escolha e contratação
  • Comparação entre link dedicado e banda larga
  • Redundância com troca automática em caso de queda
  • SD-WAN quando há mais de um endereço

Cabeamento estruturado

  • Projeto e execução conforme a norma brasileira de cabeamento
  • Organização de rack e identificação de pontos
  • Certificação dos pontos
  • Documentação as-built

Segmentação

  • Separação entre rede administrativa, de visitantes e de dispositivos
  • Contenção para que um problema não afete o resto

Como funciona

1

Diagnóstico

Visitamos o local, medimos cobertura real, mapeamos pontos de rede e identificamos onde a rede está sofrendo e por quê.

2

Implantação

Executamos em janelas combinadas, normalmente fora do horário comercial, com pontos identificados, certificados e documentados no final.

3

Operação contínua

Monitoramos os pontos de acesso e os links, tratamos queda de operadora e ajustamos a rede quando o escritório muda de layout ou de tamanho.

Com o que trabalhamos

  • Ubiquiti UniFi
  • Cisco Meraki
  • Aruba
  • Ruckus
  • Intelbras
  • Mikrotik
  • Wi-Fi 6, 6E e 7
  • Cabeamento Cat6 e Cat6A
  • SD-WAN
+20
anos de mercado
+90
clientes ativos
+1.000
chamados por mês
+5.000
usuários atendidos
1 ano

é o prazo mínimo de guarda dos registros de conexão para quem fornece internet a terceiros.

Fonte: Lei 12.965/2014.

A VPN oferecida pela MkNod nos possibilitou a rápida implantação de uma infraestrutura de acesso remoto a 200 colaboradores em tempo recorde. Sem essa solução não poderíamos colaborar com a contenção do COVID19.

Reinaldo, Gerente de TI, Constremac

Perguntas frequentes

Preciso guardar os logs do Wi-Fi que ofereço aos meus clientes?
Sim. Quem fornece conexão à internet para terceiros — visitantes, clientes, pacientes, hóspedes — deve manter registros de conexão por no mínimo um ano, conforme o Marco Civil da Internet. Na prática isso exige login individual: senha única compartilhada não identifica ninguém e não cumpre a obrigação. O desenho usual é um portal de acesso que registra quem entrou, quando e por quanto tempo, com os registros guardados de forma que possam ser apresentados se houver requisição judicial.
Senha única de Wi-Fi para visitante é proibida?
A senha compartilhada em si não é proibida, mas ela não cumpre a obrigação de identificar quem se conectou à sua rede. E a consequência é prática: se um visitante usar a sua conexão para algo ilícito, a investigação chega ao seu IP, e sem registro individual não há como mostrar que não foi você. A saída é separar a rede de visitantes da rede da empresa e usar um portal com identificação, o que resolve a obrigação legal e o risco de segurança de uma vez.
Link dedicado ou banda larga empresarial?
Banda larga é mais barata e tem velocidade de download alta, mas a entrega não é garantida em contrato e o upload costuma ser bem menor que o download. Link dedicado tem banda simétrica, garantia contratual de disponibilidade e prazo de reparo definido — é o que sustenta servidor, videoconferência e sistema em nuvem quando parar custa caro. O desenho mais comum e mais econômico não é escolher um dos dois: é um link dedicado como principal e uma banda larga como backup, com troca automática quando o principal cai.
O que é SD-WAN e quando vale a pena?
SD-WAN é a gestão inteligente de mais de um link de internet: o equipamento decide por qual caminho cada tipo de tráfego sai, troca automaticamente quando um link cai e prioriza o que não pode travar — voz, videoconferência, sistema de gestão. Faz sentido a partir de dois links no mesmo lugar ou de duas unidades que precisam conversar. Abaixo disso, um link dedicado com banda larga de backup costuma resolver por menos dinheiro.
Que marca de Wi-Fi é melhor para empresa?
Não existe melhor no absoluto; existe o adequado ao ambiente. UniFi tem excelente relação custo-benefício e não cobra licença recorrente, o que pesa em orçamento apertado. Meraki é mais simples de gerenciar quando há várias unidades, com licença anual obrigatória. Aruba e Ruckus entregam mais em ambiente muito denso, como galpão, auditório ou andar com centenas de dispositivos simultâneos. A escolha sai do levantamento de cobertura e de quantos aparelhos vão se conectar ao mesmo tempo.
Preciso refazer todo o cabeamento?
Raramente. O primeiro passo é certificar o que já existe, medindo ponto a ponto se o cabo entrega a velocidade que deveria. Na maioria das empresas a maior parte da infraestrutura passa no teste, e o problema está concentrado em alguns pontos: cabo mal crimpado, trecho longo demais, patch panel improvisado. Substituímos apenas esses, priorizando o que atende servidor, ponto de acesso e as posições críticas da operação. Refazer tudo só entra quando a certificação mostra que o conjunto não tem jeito.
Wi-Fi 6 ou 7 vale o investimento?
Vale quando o problema é quantidade de dispositivos simultâneos, não a velocidade de internet contratada. O ganho dos padrões novos está em atender muitos aparelhos ao mesmo tempo sem que a rede engasgue. Se a sua dor é o Wi-Fi cair quando o escritório enche, ou a videoconferência travar na sala cheia, a atualização resolve. Se a queixa é lentidão para abrir site com o escritório vazio, o problema provavelmente é o link de internet ou o cabeamento, e trocar o ponto de acesso não muda nada.
Quanto tempo demora um projeto de rede?
Depende da metragem, da quantidade de pontos e de quanto da estrutura precisa ser refeita. O prazo sai no diagnóstico, junto com o plano de execução e as janelas de trabalho — porque boa parte da instalação é feita fora do horário comercial, para não parar a operação. O que costuma alongar o projeto não é o cabo: é liberação de obra, acesso a áreas comuns do prédio e prazo de entrega de equipamento.

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