Antivírus deixou de ser defesa

Firewall gerenciado, EDR no lugar do antivírus tradicional, segundo fator em todos os acessos e teste de intrusão para descobrir onde você está aberto antes que alguém descubra.

Provavelmente você chegou aqui por um destes motivos

Você só tem antivírus.

Ele reconhece ameaça conhecida. O ataque que dá prejuízo hoje não é conhecido, e passa.

Seu acesso remoto é uma VPN antiga.

Quem entra na VPN entra na rede inteira, e uma credencial vazada basta.

Uma senha abre a empresa.

Sem segundo fator, a segurança do seu sistema é a mesma da senha que o usuário repete em outros sites.

Seu cliente começou a exigir segurança em contrato.

Chegou questionário de segurança, pedido de pentest, cláusula de LGPD, e você não tem o que responder.

O CENÁRIO

No Brasil, a tentativa não é hipótese

O Brasil registrou 753,8 bilhões de tentativas de ataque cibernético em 2025. Em ransomware, foram 549 mil tentativas bloqueadas entre agosto de 2024 e junho de 2025, cerca de 1.664 por dia, com alta de 12%.

Quando o ataque passa, o custo médio de uma violação de dados no país chegou a R$ 7,19 milhões, e o phishing responde pelo maior número de casos. Porte pequeno não é proteção: ataque hoje é operação em escala, não escolha de alvo.

Fonte: Fortinet, Cenário Global de Ameaças (2025); Kaspersky, Panorama de Ameaças (2025); IBM Cost of a Data Breach (2025).

O que está incluso

Transparência de escopo evita surpresa nos dois lados. O que não fazemos está listado do lado direito.

Identidade e acesso

  • Autenticação em dois fatores
  • Política de senha
  • Revisão de privilégio
  • Desligamento de acesso na saída de colaborador

Proteção de estações e servidores

  • EDR e XDR no lugar do antivírus tradicional
  • Detecção por comportamento
  • Resposta a incidente

Firewall gerenciado

  • Implantação e gestão contínua de regras
  • Filtro de conteúdo
  • Inspeção de tráfego
  • Atualização de assinaturas

Acesso remoto

  • VPN corporativa
  • Migração para acesso Zero Trust, em que cada pessoa alcança só o que precisa

Teste de intrusão (pentest)

  • Escopo definido em conjunto
  • Metodologia OWASP
  • Relatório com prioridade por risco
  • Reteste após correção

Pessoas

  • Treinamento contra phishing
  • Simulação periódica de phishing

Atualizações

  • Gestão de correções de sistema
  • Gestão de correções de aplicativo

Como funciona

1

Diagnóstico

Levantamos como estão acessos, estações, firewall, atualizações e backup, e devolvemos os riscos ordenados por gravidade e por esforço de correção.

2

Implantação

Corrigimos em camadas, começando pelo que dá mais proteção com menos atrito: segundo fator, EDR e regras de firewall.

3

Operação contínua

Monitoramos alertas, tratamos incidentes, aplicamos correções e revisamos o cenário periodicamente com você.

Com o que trabalhamos

  • Fortinet
  • Sophos
  • pfSense
  • Microsoft Defender
  • Autenticação em dois fatores (MFA)
  • ZTNA
  • Metodologia OWASP
+20
anos de mercado
+90
clientes ativos
+1.000
chamados por mês
+5.000
usuários atendidos
R$ 7,19 milhões

é o custo médio de uma violação de dados no Brasil.

Fonte: IBM Cost of a Data Breach 2025.

A VPN oferecida pela MkNod nos possibilitou a rápida implantação de uma infraestrutura de acesso remoto a 200 colaboradores em tempo recorde. Sem essa solução não poderíamos colaborar com a contenção do COVID19.

Reinaldo, Gerente de TI, Constremac

Perguntas frequentes

Antivírus é suficiente ou preciso de EDR?
O antivírus compara arquivos com uma lista de ameaças já catalogadas: se a ameaça é nova, ela passa. O EDR observa comportamento — um processo que começa a criptografar arquivos em massa é bloqueado mesmo sem constar em lista nenhuma, e o mesmo vale para tentativa de roubo de credencial e movimentação estranha na rede. Para empresa, o EDR é o padrão atual e o antivírus vira a camada mais básica. A MKNod implanta e opera o EDR junto com firewall gerenciado, autenticação em dois fatores e monitoramento.
O que é Zero Trust e ele substitui minha VPN?
Zero Trust valida usuário e dispositivo a cada acesso e libera apenas o sistema necessário, em vez de entregar a rede inteira depois de um único login — que é como a VPN tradicional funciona. Na prática, quem precisa do ERP recebe o ERP, não um caminho aberto até o servidor de arquivos. Substitui a VPN na maioria dos casos, e a transição é feita com os dois modelos convivendo: o acesso novo entra por Zero Trust enquanto a VPN continua atendendo o que ainda não migrou.
Minha empresa é pequena. Corro risco real?
Sim. Ataque hoje é automatizado: robôs varrem a internet procurando quem está exposto, não escolhendo quem é grande. Empresa pequena costuma ser mais fácil de invadir — TI enxuta, sistema desatualizado, senha reutilizada, backup nunca testado — e tem muito menos capacidade de absorver dias de operação parada. Também é comum a PME virar porta de entrada para um cliente maior de quem é fornecedora. Tamanho não protege ninguém; o que protege é ter as camadas básicas funcionando.
Qual firewall é melhor?
Não existe melhor no absoluto: a escolha sai do tamanho da rede e de quem vai administrar no dia a dia. Fortinet e Sophos entregam mais recurso gerenciável e suporte de fabricante, com licença anual. O pfSense reduz o custo de licença, mas exige mais operação e alguém que saiba mexer. A MKNod trabalha com os três e recomenda a partir do levantamento do ambiente: quantidade de usuários, número de unidades, se existe equipe interna e o que já está pago.
O que é autenticação em dois fatores e por que virou obrigatória?
É pedir uma segunda prova além da senha — um código no celular, um aplicativo autenticador ou uma chave física. Virou padrão porque a maioria das invasões usa credencial roubada, vazada ou fraca: com o segundo fator, a senha sozinha não abre a porta. É a medida de maior efeito pelo menor custo em segurança corporativa, e aparece cada vez mais como exigência de contrato, de seguradora e de auditoria. A MKNod implanta em e-mail, VPN, acesso remoto e sistemas críticos.
Com que frequência devo fazer pentest? Sou obrigado?
A prática recomendada é ao menos uma vez por ano e sempre depois de mudança relevante no ambiente: troca de firewall, novo sistema exposto à internet, migração para nuvem. Obrigatório por lei, não é. Mas aparece com frequência crescente como exigência de contrato com cliente grande, de auditoria e de frameworks como ISO 27001 e PCI-DSS. Na prática, muita empresa faz o primeiro pentest porque um cliente pediu e descobre no relatório coisas que estavam abertas havia anos.
Pentest derruba meu sistema?
O escopo é acordado antes de qualquer teste: o que pode ser testado, o que fica de fora, em que janela e com quais limites. Testes destrutivos — os que podem derrubar um serviço — só acontecem se você autorizar explicitamente, em ambiente e horário combinados. O resultado é um relatório com as falhas encontradas, o risco de cada uma e a ordem de correção, não uma lista solta de problemas sem prioridade.
Como treino minha equipe contra phishing?
Com simulações periódicas de phishing seguidas de treinamento curto, direcionado a quem clicou. O objetivo é reduzir a taxa de clique ao longo do tempo, não expor nem constranger ninguém — por isso o resultado é tratado de forma agregada com a gestão. Funciona porque a maioria dos incidentes começa num clique, e quem já viu uma simulação reconhece o padrão na próxima vez. A MKNod monta o calendário de simulações junto com o conteúdo do treinamento.

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